A filha e a boa morte
No recém-criado site Musa Rara foi publicado meu conto A filha e a boa morte. Leia um trecho abaixo. Para ler a íntegra, clique aqui: Quem morreu de boa morte foi o pai daquele pai — a filha sempre ouviu
A filha e a boa morte
No recém-criado site Musa Rara foi publicado meu conto A filha e a boa morte. Leia um trecho abaixo. Para ler a íntegra, clique aqui: Quem morreu de boa morte foi o pai daquele pai — a filha sempre ouviu
Natal – um conto
A porta da igreja bate, mal desceu ele o primeiro degrau. Um tranco, uma reabertura, outro tranco, o guincho emperrado enfim se cala, a chave range na fechadura, o padre (grunhe?) se afasta da porta, pé direito arrastado em decrescendo
Natal – um conto
A porta da igreja bate, mal desceu ele o primeiro degrau. Um tranco, uma reabertura, outro tranco, o guincho emperrado enfim se cala, a chave range na fechadura, o padre (grunhe?) se afasta da porta, pé direito arrastado em decrescendo
Domingos sem Deus e O Estranho no corredor: últimas leituras
Na semana de 18 a 24 de dezembro li dois livros: Domingos sem Deus, de Luiz Ruffato, e O Estranho no corredor, de Chico Lopes. Ruffato eu considero — se não disse até agora, fica dito aqui — um dos
Domingos sem Deus e O Estranho no corredor: últimas leituras
Na semana de 18 a 24 de dezembro li dois livros: Domingos sem Deus, de Luiz Ruffato, e O Estranho no corredor, de Chico Lopes. Ruffato eu considero — se não disse até agora, fica dito aqui — um dos
Vasari – Vidas
Pontos de vista ao redor: última nota da tradutora Além disso, [os escultores] tomam como forte fundamento a alegação de que mais nobres e perfeitas serão as coisas que mais se aproximam da verdade, dizendo que a escultura imita a
Vasari – Vidas
Pontos de vista ao redor: última nota da tradutora Além disso, [os escultores] tomam como forte fundamento a alegação de que mais nobres e perfeitas serão as coisas que mais se aproximam da verdade, dizendo que a escultura imita a
Entrevista para a Rádio UNESP
Entrevista gravada em 10/06/2011 com Oscar d’Ambrosio, da Rádio UNESP, sobre Tenho um cavalo alfaraz e outras coisas. Para ouvir, clique no triângulo abaixo.
Entrevista para a Rádio UNESP
Entrevista gravada em 10/06/2011 com Oscar d’Ambrosio, da Rádio UNESP, sobre Tenho um cavalo alfaraz e outras coisas. Para ouvir, clique no triângulo abaixo.
Cart… ilhas
Na semana passada, a propósito da cartilha do MEC, surgiu uma celeuma em torno de um assunto no qual penso há algum tempo. Como tenho cá minhas opiniões sobre ele, estou só aproveitando a ocasião e o interesse para expressá-las.
Cart… ilhas
Na semana passada, a propósito da cartilha do MEC, surgiu uma celeuma em torno de um assunto no qual penso há algum tempo. Como tenho cá minhas opiniões sobre ele, estou só aproveitando a ocasião e o interesse para expressá-las.
O MEC e sua cartilha
Algumas considerações sobre a publicação recentemente adotada pelo MEC (Leia também Cart… ilhas, texto no qual aprofundo as ideias deste artigo) Fui durante certo tempo professora de português. Nunca achei que a função do professor de português fosse falar
O MEC e sua cartilha
Algumas considerações sobre a publicação recentemente adotada pelo MEC (Leia também Cart… ilhas, texto no qual aprofundo as ideias deste artigo) Fui durante certo tempo professora de português. Nunca achei que a função do professor de português fosse falar
Tenho um cavalo alfaraz
“Toda história é feita de duas histórias: a que as letras contam e a que as letras escondem.” Esta sentença, retirada de um dos contos de Tenho um cavalo alfaraz, talvez seja o que melhor expresse as preocupações de Ivone
Tenho um cavalo alfaraz
“Toda história é feita de duas histórias: a que as letras contam e a que as letras escondem.” Esta sentença, retirada de um dos contos de Tenho um cavalo alfaraz, talvez seja o que melhor expresse as preocupações de Ivone
A estranheza do mito
Retomo o assunto do artigo O mito da estranheza, mas agora de maneira mais dinâmica, quero dizer, caminhando da teoria à prática e dando exemplos. Naquele eu falava da mania de estrangeirizar tudo — como se fosse preciso resgatar os
A estranheza do mito
Retomo o assunto do artigo O mito da estranheza, mas agora de maneira mais dinâmica, quero dizer, caminhando da teoria à prática e dando exemplos. Naquele eu falava da mania de estrangeirizar tudo — como se fosse preciso resgatar os
O mito da estranheza
Este é um momento em que as editoras brasileiras estão dando preferência às traduções feitas diretamente de idiomas originais mais “exóticos”, abandonando de vez as traduções de traduções de línguas pertencentes a um universo cultural mais próximo, como o do
O mito da estranheza
Este é um momento em que as editoras brasileiras estão dando preferência às traduções feitas diretamente de idiomas originais mais “exóticos”, abandonando de vez as traduções de traduções de línguas pertencentes a um universo cultural mais próximo, como o do
