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O artigo Da (in)traduzibilidade: a propósito de Paul Ricoeur foi publicado na revista TradTerm nº 10 (Editora Humanitas, da FFLCHUSP), editada em 2006.
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Bem-vindo Silvio Levy!?!?! Que negócio mais bigue-brode!
Gostei muito dos artigos, especialmente o a propósito de Paul Ricoeur, que contém exemplos muito perspicazes. No artigo sobre retraduções e modernizações, ficou a dúvida: Será mesmo vesguice situar em diferentes planos de perfectibilidade o trabalho do autor e do tradutor? Para tomar o extremo oposto, eu ganho meu pão tanto “aperfeiçoando” o trabalho do autor – exercendo todos os matizes do que em inglês se chama de “editing” e não tem bom equivalente em português, que eu saiba – como traduzindo com e sem “aperfeiçoamento”. Mas eu trabalho com textos em que a clareza do conteúdo toma indiscutivelmente prioridade sobre a forma. Merecesse eu, como você, a denominação de literato, não sei se teria coragem de tomar tais liberdades…
Enfim, parabéns pelo blogue e abraços!
Silvio
Também acho bem bigue-brode esse negócio.
Vesguice aí é de quem acha que o texto do autor é intocável “em si”. Para o autor, ele não é.
Abraço e obrigada.