Ainda Número zero – desta vez no Jornal Rascunho

Umberto_Eco_ilustra_De_Almeida_186Em setembro o Jornal Rascunho publicou um artigo intitulado Sonolento e previsível, cujo autor fazia algumas afirmações sobre o mais recente romance de Umberto Eco, Número zero. Rebati essas afirmações em outro artigo, publicado em outubro, que recebeu o título de Em defesa de Eco. Os tópicos discutidos giram principalmente em torno de duas afirmações do autor do artigo anterior:  1) o romance Número zero é do gênero policial; 2 ) Eu “domestiquei”  a minha tradução, ou seja, não me ative à “letra” do original e criei um texto que dá a impressão de ter sido escrito em português (essa é, grosso modo, a definição de domesticação em tradução).Convido à leitura dos artigos publicados no Jornal Rascunho e à reflexão sobre seu conteúdo.

Tenho um cavalo alfaraz

“Toda história é feita de duas histórias: a que as letras contam e a que as letras escondem.” Esta sentença, retirada de um dos contos de Tenho um cavalo alfaraz, talvez seja o que melhor expresse as preocupações de Ivone C. Benedetti. Aqui, assim como em seu excelente romance Immaculada, História e história se entrelaçam para compor um painel dos impasses, pessoais, mas coletivos, do Brasil. Seja remetendo aos incêndios dos edifícios Andraus e Joelma, seja evocando um episódio do Brasil do século XVII, sobreleva-se o magnífico trabalho de linguagem da autora, uma das mais interessantes destes novos tempos.”

Luiz Ruffato, na quarta capa


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