O tradutor e o português

mapamundi01Este texto é transcrição de uma apresentação que fiz em 2002, a convite de Regina Alfarano e Adauri Brezolin, no auditório Mozart da UNIBERO, por ocasião do evento comemorativo do dia do tradutor e do lançamento do no. 11 da revista Tradução e comunicação. Aborda a repercussão da atual (não) formação profissional do tradutor sobre a sua proficiência em língua portuguesa, a necessidade de domínio dos diversos registros da sua língua para o bom exercício da profissão, o modo como o ensino de língua portuguesa tem sido encarado nos últimos tempos e a inserção do tradutor na realidade político-social através do uso que ele faz do seu idioma.

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Das invisibilidades todas

Num artigo da semana passada comecei a comentar alguns conceitos que têm sido usados pelos profissionais da tradução. Hoje me concentro um pouco mais na invisibilidade.

Essa noção, que a tanta gente parece nítida e transparente como a própria palavra que a resume, a mim parece turva, quando não opaca.

Muito se fala de invisibilidade do tradutor, a coisa escapuliu do caldo acadêmico e caiu na boca do povo. Mas a minha impressão é que nem todos estão pensando na mesma coisa quando usam o termo. Continuar lendo “Das invisibilidades todas”