Ainda Número zero – desta vez no Jornal Rascunho

Umberto_Eco_ilustra_De_Almeida_186Em setembro o Jornal Rascunho publicou um artigo intitulado Sonolento e previsível, cujo autor fazia algumas afirmações sobre o mais recente romance de Umberto Eco, Número zero. Rebati essas afirmações em outro artigo, publicado em outubro, que recebeu o título de Em defesa de Eco. Os tópicos discutidos giram principalmente em torno de duas afirmações do autor do artigo anterior:  1) o romance Número zero é do gênero policial; 2 ) Eu “domestiquei”  a minha tradução, ou seja, não me ative à “letra” do original e criei um texto que dá a impressão de ter sido escrito em português (essa é, grosso modo, a definição de domesticação em tradução).Convido à leitura dos artigos publicados no Jornal Rascunho e à reflexão sobre seu conteúdo.

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A personagem NÚMERO ZERO de Umberto Eco

umberto eco

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(Aos poucos este blog será desativado)

 

ENTREVISTA DE UMA PERSONAGEM POR UMA TRADUTORA

ou Diálogo de uma invisibilidade com uma ficção, em que a primeira arranca à segunda informações que esta não quer dar sobre as citações do livro Número Zero de Umberto Eco

Simei, uma das personagens centrais de Número zero, é a síntese da ausência de grandeza. Simei não é herói nem anti-herói porque no mundo dele essa palavra não tem significado, e o mundo dele é o mundo real, no sentido mais rasteiro da expressão “mundo real”. Simei é uma daquelas personagens que pesam no estômago do autor e precisam ser expelidas antes que o matem, como aconteceu ao oficial Kane na fábula cinematográfica Alien.

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